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Iô-iô Russell Coca-Cola maio 8, 2008

Filed under: : Brinquedos : — retromotoca @ 5:22 pm
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Iô-iô Russell da Coca-Cola. Modismo por aqui em 1982 e relançado em 1985. Tinha também o do Guaraná Taí e o da Fanta Laranja. Como campanha de marketing, havia demonstrações da empresa ensinando manobras como dorminhoco, cachorrinho passeando, catarata e balanço. Eu participei uma vez de um concurso promovido na frente da minha escola, e ganhei uma pochete transparente da Coca. Happy happy joy joy!

iô-iô coca

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8 Responses to “Iô-iô Russell Coca-Cola”

  1. Fábio Says:

    Eu tive váririos. Acho que tinham várias manobras… Torre Eifel, balança ou gangorra, não me lembro… Só sei que os de acrílico eram mais bonitos, mas piores de brinar, pois eram mais pesados.

  2. ivar de cesaro Says:

    Eu fui campeão de io-io o melhor era o da Sprite de acrilico!

  3. retromotoca Says:

    Legal, se tiver foto de algum campeonato da época e quiser postar aqui, é só enviar. abs

    • Mauricio Says:

      Esse eu lembro como se fosse hoje, gostaria inclusive de fazer alguns comentários:

      Esse ioiô da foto era o relançamento de 1985.
      O de 1982 continha a frase em inglês:

      “GENUINE RUSSELL YO-YO”

      Eu não cheguei a ter um de 1985, só os de 1982.

      Existiam três modelos:
      Coca-Cola (vermelho), Guaraná Taí (verde) e Fanta (cor de laranja).

      E também, para cada modelo, dois tipos:
      O “PROFESSIONAL” e o “SUPER”.

      O ioiô “SUPER” era mais leve, e tinha a parte interna em plástico branco, opaco, para todos os modelos (como o da foto). Já o “PROFESSIONAL” era mais pesado e tinha a parte interna em acrílico da mesma cor da tampa, porém translúcido.

      Duas curiosidades:

      – O barbante do ioiô era substituível. Você comprava um novo, e vinha em uma embalagem plástica.
      Consistia num barbante trançado, era só destrançar um pouco para encaixar o ioiô dentro, trançar novamente (era só largar o barbante que ele trançava sozinho) e pronto.
      Normalmente o barbante era trocado somente quando, por excesso de atrito, o atingo arrebentava, ocasião esta em que o ioiô “saia correndo” pela rua. Quem tinha um profissional chorava, pois isso detonava todo o acrílico.

      – Em 1982, para ter o ioiô era preciso pagar uma quantia em dinheiro, e dar junto mais três tampinhas de algum refrigerante da Coca-Cola. Porém, normalmente nos postos de venda, os vendedores aceitavam só o dinheiro e não se importavam de negligenciar as tampinhas (pelo menos em São Paulo era assim). Acho que eles viam a obrigação de dar tampinhas como um entrave para as vendas, que eram frenéticas.
      Ninguém queria ficar juntando tampinhas para ter o ioiô, assim como o vendedor não queria deixar de vender o mais rápido possível só por causa das ditas-cujas.

      Conclusão: Creio eu que os vendedores se viravam para conseguir tampinhas depois. O mais importante era, é claro, vender o mais rápido possível.

  4. Henrique Says:

    pessoal, vi no mercado livre para vender desses modelos.. alguns vendedores dizem que são NOVOS, isso é possível? ainda são fabricados?

  5. ligia Says:

    eu tinha um monte e devo ter ainda um guardado , tinha da fanta , da guraná taí….. eu era boa nas manobras…. bons tempos

  6. Minha Nossa!! Esses Iô-iôs, me provoca por dentro uma grande nostálgia! Óh infância incrível que vivi no anos 80!

  7. Luciano Says:

    tive a coleção completa, inclusive o tão procurado Galaxy… mas foi em 1995… acredito que tinha sido outro relançamento.


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